sexta-feira, 20 de maio de 2011

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Problemática da Educação Atual



O educador nos dias atuais vive uma problemática que segundo o pedagogo Mário Sérgio Cortella constitui-se em um desafio de onde podemos tirar a oportunidade perfeita para inovar. Segundo o pedagogo, vivemos um momento grave na educação, mas é preciso ter olhos aguçados para não apenas ver a gravidade do momento, mas também a sua “gravidez”. Através de uma conjuntura difícil, podemos “dar à luz” novas idéias que podem trazer êxito à prática docente. Para tanto é preciso paciência pedagógica, e reconhecer que cada idéia tem um tempo para germinar e florescer. Além disso também é imprescindível ter flexibilidade, para aceitar novas idéias e também para reconhecer quando alguma idéia poderá ser descartada.
Os fatores que contribuem para essa problematização são diversos, dentre os quais podemos citar:
I. OS VALORES DA SOCIEDADE MODERNA:
O educador de hoje não pode pensar como o educador de anos atrás. Se compararmos o educar a um automóvel, o passado poderá ser visto como o espelho retrovisor, que serve apenas para dar referencia do que vem atrás. O parâmetro principal a ser seguido pelo educador – o motorista desse automóvel – é o pára-brisas, que nesse caso pode ser comparado ao rumo que devemos tomar no presente.
Para exemplificar bem isso, podemos tomar por base o modelo familiar que vem se formando nas ultimas décadas. Cada vez é maior o números de pais separados, ou de filhos criados sem a presença paterna, o que contribui para que os educando tenham maiores carências emocionais que devem ser levadas em conta pela escola.
Os meios de comunicação, a mídia global, tem mostrado, por exemplo, aos adolescentes, que para viver bem é necessário ser totalmente adepto ao capitalismo, tendo-se que vestir roupas que estão nas ultimas tendências da moda, usar celulares de ultima geração, e enturmar-se com colegas “descolados”. Isso acaba trazendo exclusão social dos alunos menos favorecidos financeiramente, que não podem acompanhar tais tendências comportamentais.
Cabe ao educador então, adequar-se a esse valores que são mostrados hoje pela sociedade e a partir daí, tomar parte para que os alunos sejam incluídos na sociedade através da educação.
II. FORMAÇÃO:
Para lidar com esses novos valores, é necessário usar de uma nova pedagogia. Para tanto, faz-se necessário que o educador possa ter acesso a uma formação continuada, para usufruir de informações que possam ser úteis ao seu dia-a-dia.
Lógico que os grandes teóricos da educação, como Piaget, Vygotsky, Bourdieu, Foucault, dentre outros, jamais podem ser esquecidos, pois seu legado ainda hoje é de valor inestimável, mas faz-se necessário, que, embora embasado pelos ensinamentos desses grandes mestres, o educador possa ter acesso a novas fontes de informações, a pesquisas recentes e a uma formação inicial e continuada de qualidade.
III. USO DE NOVAS TECNOLOGIAS:
O uso de um quadro, giz e livro didático se faz deveras importantíssimo no ato de educar, mas é preciso que o educador tenha cautela para que esses instrumentos não sejam usados de forma obsoleta.
Fora da sala de aula, o aluno tem acesso a ferramentas que podem atrair seu interesse mais do que as utilizadas na escola, como internet, jogos eletrônicos, e meios de comunicação, como sites de relacionamento, como Orkut, facebook, twitter e outros, e programas de comunicação em tempo real como Messenger e Skype.
Cabe ao educador, usar essas ferramentas do mundo moderno a seu favor para tornar o aprender algo tão interessante quanto ficar por horas na frente de um vídeo game violento e sem sentido.
IV. MEIOS QUE POSSIBILITEM EXECUÇÃO DE LEIS EDUCACIONAIS:
A educação que é descrita nas leis educacionais, como a LDB, é deveras magnífica. Mas ante a isso, uma pergunta surge na mente do educador: Será que são dadas ao professor e ao gestor condições necessárias para a execução dessas leis?
Para exemplificar isso, podemos citar a africalidade, conteúdo obrigatório nos currículos de todas as escolas brasileiras. Apesar de ser um tema obrigatório, quanta importância a ele dão os livros utilizados pelos professores de história do Brasil? Quantos heróis negros reconhecidamente tem a República Federativa do Brasil, além de Zumbi dos Palmares, que somente foi reconhecido mais de trezentos anos depois de sua morte?

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Violência Escolar: O que é? Como Combater?

1. INTRODUÇÃO

No nosso país, desde o primeiro contato com o homem europeu, existe violência. Nossos irmãos índios sofreram isso, com o contato brusco com uma nova cultura que lhes foi imposta. Nossa nação foi uma das últimas a abolir a escravatura, sistema que tratava pessoas humanas como meros objetos apenas por terem uma cor de pele diferenciada.
Os aglomerados urbanos, formados pela má distribuição de renda do nosso país, possuem pessoas vivendo muitas vezes em condições sub-humanas, sem condições dignas de vida, forçando-os muitas vezes a praticar algum ato de violência.
A história nos mostra, portanto, que a violência faz parte da sociedade brasileira, e com esse trabalho, pretendemos mostrar que ela está também dentro de uma das instituições que são a base da sociedade: a Escola. Essa instituição tem o papel de repassar as gerações mais novas conhecimentos e tradições culturais sistematicamente, e, portanto, deveria ser um lugar apenas de coisas benéficas a formação humana. No entanto, a realidade mostra que há sim violência dentro da escola.
Aqui procuramos identificar alguns tipos dessa violência e, através de algumas estratégias, sugerir meios de contê-la.


2. O QUE É VIOLÊNCIA?
O que é violência? Segundo o Dicionário Houaiss, violência é a “ação ou efeito de violentar, de empregar força física (contra alguém ou algo) ou intimidação moral contra (alguém); ato violento, crueldade, força”. No aspecto jurídico, o mesmo dicionário define o termo como o “constrangimento físico ou moral exercido sobre alguém, para obrigá-lo a submeter-se à vontade de outrem; coação”.
Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) define violência como “a imposição de um grau significativo de dor e sofrimento evitáveis”. Mas os especialistas afirmam que o conceito é muito mais amplo e ambíguo do que essa mera constatação de que a violência é a imposição de dor, a agressão cometida por uma pessoa contra outra; mesmo porque a dor é um conceito muito difícil de ser definido.
Para todos os efeitos, guerra, fome, tortura, assassinato, preconceito, a violência se manifesta de várias maneiras. Na comunidade internacional de direitos humanos, a violência é compreendida como todas as violações dos direitos civis (vida, propriedade, liberdade de ir e vir, de consciência e de culto); políticos (direito a votar e a ser votado, ter participação política); sociais (habitação, saúde, educação, segurança); econômicos (emprego e salário) e culturais (direito de manter e manifestar sua própria cultura). As formas de violência, tipificadas como violação da lei penal, como assassinato, seqüestros, roubos e outros tipos de crime contra a pessoa ou contra o patrimônio, formam um conjunto que se convencionou chamar de violência urbana, porque se manifesta principalmente no espaço das grandes cidades. Não é possível deixar de lado, no entanto, as diferentes formas de violência existentes no campo.

3. A VIOLÊNCIA NA ESCOLA
Dentro das escolas alguns tipos de violência fazem-se notáveis, dentre os quais podemos citar: violência psicológica, moral, física, racial, verbal, bullyng dentre outras.

• Violência Psicológica (Bullyng):
Dentre os diversos tipos de violência, destaca-se a violência psicológica, ou bullyng, marcada por atos de humilhação, ameaça, isolamento, críticas, intimidação, dentre outros. Esse tipo de violência acarreta danos à auto-estima e pode levá-la a doenças psicossomáticas ou até mesmo ao suicídio. Bullying é uma palavra inglesa que significa usar o poder ou força para intimidar, excluir, implicar, humilhar, não dar atenção, fazer pouco caso, e perseguir os outros.

• Violência Moral:
A violência moral é o desenvolvimento individual de um traço de caráter social historicamente determinado e amplamente estudado por Erich Fromm¹, particularmente nos tipos de caráter das orientações exploradora e mercantil tanto quanto em seus estudos sobre personalidades individuais e sociais necrófilas: a necrofilia é um tipo de agressividade maligna cuja meta e estratégias se caracterizam por destrutividade de coisas e pessoas.

• Violência Física:
A Violência Física é a agressão mais comum, sendo que alguns agressores chegam a amarrar as crianças com cordas ou correntes e espancá-los com objetos como cinto, vassoura, panelas, martelos, etc. A Violência Física engloba ainda outros atos de verdadeiro sadismo, como por exemplo, queimaduras com pontas de cigarro, água a ferver, privação de comida e água. A atitude de agredir, covardemente prevalecida da maior força física dos pais pode resultar em severos traumatismos. São casos onde adultos que batem com a cabeça ou atiram as crianças contra a parede. Muitas vezes essas atrocidades levam à morte.

• Violência Verbal:
A violência verbal consiste em agredir diretamente sem uso de força física. Um agressor pode agredir pelo que diz ou pelo que não diz. Um agressor verbal pode também ofender moralmente o agredido, criticando o seu trabalho, o corpo, ou a forma de realizar determinadas tarefas.


3. ORIGEM DA VIOLÊNCIA

Renato Alves², do NEV-USP, afirma que boa parte da origem da violência está na história recente do país. "A disparada do crescimento populacional das regiões metropolitanas ocorreu entre os anos 1980 e 1990, com maior demanda por serviços públicos, nem sempre atendida pelos governos. E isso é um aspecto gerador de violência",explica.
Outro fator a ser considerado, dizem os especialistas, é o despreparo da escola para atender à população que começou a freqüentá-la, com a universalização do Ensino Fundamental. Segundo Mariane Koslinski³, pesquisadora do Ippur, as redes públicas ainda não sabem como receber esse público mais carente. "A escola desestimula esses alunos e deixou de ser um valor social importante." De acordo com ela, são comuns os depoimentos de crianças que conhecem pessoas da própria comunidade que não estudaram e, mesmo assim, acumularam capital e prestígio.


4. ESTRATEGIAS:
É preciso reconhecer que quando a violência se faz presente na escola é hora de encontrar canais adequados para o inconformismo e a rebeldia, esse é o momento de apontar espaços de atuação onde a contestação própria do educando contribua, de fato, para melhorar o mundo. Para dar vazão à inquietação, é preciso levá-lo a desempenhar atividades significativas que rompam a barreira do individualismo e façam com que ele se sinta parte de uma comunidade maior. A seguir, algumas sugestões de como fazê-lo:
Ações desenvolvidas dentro da escola para o incentivo à leitura e desenvolvimento das habilidades de contar histórias, artes cênicas, expressão corporal, musicalidade e dança.
Feiras de ciências e mostras culturais como forma de divulgar os trabalhos desenvolvidos pelos próprios alunos, alem de estreitar laços entre a família e a escola.
Uso de recursos tecnológicos dentro da escola, facilitando o acesso dos alunos em horários específicos, como intervalo e contra-turno, a fim de desenvolver habilidades que lhes possam ser úteis na vida futura.
Jornada ampliada com atividades diferenciadas no contra-turno, como jogos que desenvolvam habilidades mentais e raciocínio lógico, além de otimizar tempo e qualidade das atividades esportivas desenvolvidas dentro da escola.
Promoção de debates e rodas de conversa com os alunos a fim de torná-los seres críticos e conscientes do seu papel na sociedade, além de fazer deles agentes multiplicadores dos conhecimentos adquiridos na escola.
Promoção de atividades grupais, desde as séries iniciais, que busquem desenvolver laços afetivos, respeito ao próximo e valores éticos e morais da criança.



5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Em vez das escolas se isolarem e culparem o entorno pelos seus problemas, devem investir na consolidação de uma equipe unida e determinada, na formação de professores, na aproximação com a comunidade e no acompanhamento dos jovens usuários de drogas ou com dificuldades de aprendizagem. Com isso, criarão uma barreira muito mais duradoura e eficiente do que a formada por grades e cadeados.
Quando a escola tem esse saudável compromisso com sua função social, pode receber tensões do entorno e se deparar com os mesmos problemas que outras, mas os ataca para que não se tornem crônicos e não permite que essa atmosfera negativa contamine o convívio e as relações de aprendizagem. Não se trata de maquiar desigualdades - que precisam ser enfrentadas na escola e fora dela - ou glorificar a pobreza, mas reconhecer o bom combate da Educação travado nas circunstâncias em que ele é mais difícil. A isso se chama paz.





*Trabalho escrito por mim, e apresentado à disciplina de Práticas de Ensino do Curso de Física da Universidade Estadual Vale do Acaraú - Uva, no ano de 2009

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Crise na Educação - Oportunidade de Mudar

Que a educação atual passa por uma crise, não é novidade para ninguém. O que falta aos educadores, principalmente aos mais adeptos do método tradicional de ensino, é não só reconhecer a GRAVIDADE do momento, mas também a GRAVIDEZ. A palavra gravidez pode ser entendida como o estágio anterior ao ato de dar à luz. Se a situação na educação é grave, esta conjuntura pede que se dê à luz novas idéias para acabar com essa crise. Aderir a novas metodologias de ensino se faz, deveras, necessário. Mas cuidado! Seja flexível a novas metodologias, mas não confunda flexibilidade com volubilidade. O educador que tem bom senso não deve jamais aderir a qualquer mudança, mas apenas àquelas que podem ser proveitosas. Um exemplo de volubilidade é a adesão do Governo do Estado do Ceará ao material denominado Primeiro Aprender, que se assemelha a uma cartilha de ensino fundamental. O uso de tal material é sinônimo de dizer que os alunos do Ensino Médio da rede pública não tem capacidade de raciocinar, pois as "cartilhas" trazem apenas interpretações de textos medíocres que em nada contribuirão para o sucesso dos alunos em concursos, como vestibulares, por exemplo. É realmente uma falta de respeito empurrar tal material garganta a baixo em professores e alunos. O Governo do Estado deveria "Primeiro Aprender" a escolher um material de boa qualidade para os alunos, antes de afrontá-los de tal forma.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Entre(atos) do Ofício


Em 2008 a Secretaria de Educação de Sobral em parceria com a ESFAPEM - Escola de Formação Permanente do Magistério- empenharam-se em um projeto que visava contar experiências didático-pedagógicas vividas pelos educadores da rede municipal de ensino. O fruto desse trabalho foi o Livro Entre(atos) do Ofício, que reúne 25 relatos que mostram como o educar pode ser diversificado, gratificante e acima de tudo ter êxito. No dia 23 de Abril de 2009 foi promovido o Encontro Com Escritores Entre(atos) do Ofício, que ocorreu no Teatro São João e contou com a presença dos 25 escritores, dos orientadores do trabalho e grande parte dos educadores do município. Na ocasião, trechos de relatos do livro foram brilhantemente recitados pelo ator Sérgio Presley e foi relatada a satisfação que tivemos em participar de um projeto tão belo e proveitoso como esses. A nós, escritores do livro, só cabe agradecer à Secretaria de Educação, na pessoa do Professor Júlio César da Costa Alexandre, e à ESFAPEM, que com seu trabalho tornou tudo isso possível. Não poderia deixar de citar o nome de pessoas fundamentais para este projeto, como Os técnicos da Escola de Formação: Sara Maria, Gerardo Gaspar e Roziane Oliveira, a coordenadora da instituição, Jocelaine Rossi, e o então diretor da mesma, Joan Edesson, e os professores orientadores do Projeto, Profª Ivna e Profº Edvar.

Dia V





























No ultimo dia 18 de Abril, a Prefeitura Municipal de Sobral promoveu o dia V, onde todos os funcionários das escolas tiveram a incumbência de visitar as famílias dos alunos, a fim de conscientizá-los da importância do sucesso da vida escolar de seus filhos. A ocasião foi bem produtiva e gratificante. Em todas as casas visitadas, sentiu-se que as famílias acolheram bem a visita dos membros da escola. A proximidade com a família do aluno propicia aos educadores um contato direto com a realidade do mesmo, facilitando a compreensão das dificuldades de aprendizagem e dando basepara corrigi-las.

sábado, 28 de março de 2009

Educação e vida

Educar é um processo sério, trabalhoso e muito gratificante. E é sempre bom lembrar de algumas dicas que precisamos saber para educar.
video

Aprender faz parte da vida.

video

sexta-feira, 27 de março de 2009

10 anos da Escola Osmar de Sá Ponte






















Nesta sexta-feira, 27 de março de 2009, realizou-se a festa comemorativa do aniversário de 10 anos da Escola Osmar de Sá Ponte. Sob a regência de sua única diretora desde a fundação, Iêda Farias, a festa ocorreu no edifício onde funciona a escola pólo, à Rua Pintor Lemos, Centro, Sobral -Ce, e foi um verdadeiro sucesso.

domingo, 6 de julho de 2008

Conceito de Educação


No sentido mais amplo, educação é um processo de atuação de uma comunidade sobre o desenvolvimento do indivíduo a fim de que ele possa atuar em uma sociedade pronta para a busca da aceitação dos objetivos coletivos. Para tal educação, devemos considerar o homem no plano físico e intelectual consciente das possibilidades e limitações, capazde compreender e refletir sobre a realidade do mundo que o cerca, devendo considerar seu papel de transformação social como uma sociedade que supere nos dias atuais a economia e a política, buscando solidariedade entre as pessoas, respeitando as diferenças individuaisde cada um.
Segundo o dicionário Aurélio, educação é o “processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual esocial”.
Paulo Freire nos diz que “a educação tem caráter permanente. Não há seres educados e não educados, estamos todos nos educando. Existem graus de educação, mas estes não são absolutos”. Afirmação tão coerente nos faz refletir sobre o processo educativo contínuo, como base de uma constante busca pela melhoria da qualidadeda formação docente e discente. A ação educativa implica um conceito de homem e de mundo concomitantes, é preciso não apenas estar no mundo e sim estar aberto ao mundo. Captar e compreender as finalidades deste a fim de transformá-lo, responder não só aos estímulos e sim aos desafios que este nos propõe. Não posso querer transmitir conhecimento, pois este já existe, posso orientar tal indivíduo abuscar esse conhecimento existente, estimular a descobrir suas afinidades em determinadas áreas.
A educação não tem uma fórmula pronta a seguir, a fórmula é criada,desvendada a cada passo em que estimulamos os nossos educandos, estes por sua vez têm seus conhecimentos prévios que devemos levar em consideração para acrescentar nessa “fórmula” do educar, inserir a história da comunidade no currículo da escola para que estas se incluam na educação trazendo assim motivação necessária ao processo de ensino-aprendizagem.
“Educação é um processo contínuo que orienta e conduz o indivíduo a novas descobertas a fim de tomar suas próprias decisões, dentro de suas capacidades”.
(Kelma Pamplona)